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Monday, June 25, 2012

Pimenta Moída - Massa de Pimenta - Calda de Pimenta

Para os que não sabem, aqui fica a história e as várias maneiras de preparar pimenta (malagueta) de uma maneira muito generalizada.
No meu caso, uso a pimenta moída em toda a minha cozinha. É um ingrediente que não pode estar ausente!


Apanham-me pelo pé 
Levam-me para o fabrico  
Metem-me depois em moura  
E assim para ali fico 
Mas aquele que me furar 
é a esse mesmo que pico.
Urbano Mendonça Dias



Na ilha de S. Miguel é vulgarmente conhecida por Pimenta Vermelha, Pimenta da Terra ou simplesmente Pimenta.
Variantes
Pimenta salgada e pé de pimenta.
Particularidade
A pasta ou massa de pimenta malagueta é uma massa feita de pimenta malagueta, de cor vermelha, sabor intenso e picante.
Descrição
A Pasta de Pimenta é obtida por esmagamento de pimentos da espécie Capsicum sp., vulgarmente conhecidos por malagueta, oriundos da América Central. São diversas as variedades de pimento cultivadas nos Açores, nomeadamente a gaga e a pequena, esta com sabor picante não muito acentuado.
Daqui decorre a consequente variedade das designações, como pimenta malagueta com um sabor muito violento e distinta pelo seu aspecto fino e pontiagudo, a qual também é conhecida por corno de cabra.
História
De entre os vários condimentos utilizados pelo povo açoriano, a Pasta de Pimenta distingue-se pelo seu uso frequente e, em certa medida, exagerado. Vem de longa data o emprego deste produto na alimentação popular. Todavia, é de admitir que a sua utilização se tenha generalizado a partir do século XVI.
Carreiro da Costa cita, a respeito da pimenta malagueta, o Dr. Urbano Mendonça Dias: «Apanham-me pelo pé — Levam-me para o fabrico — Metem-me depois em moura — E assim para ali fico — Mas aquele que me furar — é a esse mesmo que pico.» Francisco Arruda Furtado refere a Pasta de Pimenta como condimento indispensável ao povo açoriano, sobretudo ao micaelense, servindo para «condutar» diversos pratos ou sendo comida apenas com pão de milho (o que constituía a base da alimentação do povo). A pimenta era também utilizada nos caldos de couves.
Uso
Mantém-se em boiões ao longo do ano, sendo utilizada em guisados, fritos e sopas, bem como nos enchidos de porco (morcelas, chouriços e linguiça). Nas casas mais pobres é utilizada para ajudar a «condutar» o peixe e o pão.
Saber Fazer
A Massa de Pimenta obtém-se segundo um modo de fabrico artesanal. Cortam-se as malaguetas ao meio, no sentido vertical. Retiram-se as pevides e o pedúnculo e moem-se num moinho próprio para o efeito. A massa obtida coloca-se em boiões de barro tapados com um pano onde se coloca bastante sal. O pé de pimenta obtém-se através da secagem ao sol das pimentas mais pequenas, que posteriormente são moídas. A pimenta salgada obtém-se cortando as pimentas e retirando as pevides, de modo semelhante ao usado para a Massa de Pimenta, sendo acondicionadas em balsas ou salgadeiras de barro.
Produção
A Massa de Pimenta é fabricada na maioria das casas das famílias açorianas. Existem 20 produtores de Massa de Pimenta os quais a comercializam quer em frascos quer sob a forma de pimenta salgada, avulsa.
In: Produtos Tradicionais Portugueses - Vol 3
Direcção-Geral de Desenvolvimento Rural
Lisboa 2001



Saturday, June 23, 2012

São João



Posted: 22 Jun 2012 04:00 PM PDT



A festa de São João dá inicio às festas do Verão, daí as fogueiras e todas as "loucuras" da noite deste santo popular.

Segundo os registos do Cancioneiro Português, dos três santos: Santo António, S. João e S. Pedro, São João é o santo menos confiável, por causa da sua  fama de sedutor.

"São João fora bom santo
se não fora tão gaiato
levava as moças para a fonte       
iam três e vinham quatro."

"Até os mouros na Mourama
festejam o São João.
Quando os mouros o festejam            
que fará quem é cristão."

Meu querido São João                                                
És um Santo popular
Traz teu arco e teu balão
Vem com o povo dançar!

Aproveitem bem esta noite...  
Fica fresco quem se afoita
E regala o coração
Quem se banhe à meia-noite
Da noite de São João.

Delicados pés pisaram
Rosmaninhos pelo chão
Muitos corações amaram
Na noite de São João.

Thursday, June 21, 2012

Água das “Lombadas” Ribeira Grande, S. Miguel, Açores

Tenho saudades da Água das Lombadas e da Serra do Trigo, com os seus sabores leve e suave.
A última vez que visitei as Lombadas, foi em 1993. É uma viagem com uma paisagem linda, que não se deve perder. É uma das pérolas do Concelho da Ribeira Grande. Obrigado a Ricardo Silva, Presidente da Cámara pelo envio deste link.

6 de Outubro de 2011



Quando a ideia de água engarrafada para consumo corrente era ainda inimaginável, havia duas marcas de água mineral em S. Miguel que faziam jus à sua fama de grande hidrópole mundial: a“Serra do Trigo” e a “Lombadas”. Cada uma com as suas características bem distintas, do seu sabor até à forma como eram comercializadas, faziam as delícias dos que podiam passar algum tempo nos bares dos meios urbanos. Naturalmente gaseificadas, chegaram a ser comparadas com algumas das marcas nacionais e não eram poucos os que as consideravam de elevadíssima qualidade.
                                        1905                                                                            1900
          
As águas minerais denominadas “Lombadas”,  foram exploradas inicialmente pela firma "Meyrelles & Cª.” de Lisboa, em escritura inicial de exploração de 21 de Maio de 1891, eram colhidas e engarrafadas no próprio local da nascente, nas “Lombadas”  na Ilha de S. Miguel do arquipélago dos Açores, no estado "virgem" que botavam sem introdução artificial da dióxido de carbono. O alvará foi concedido provisoriamente a José Maria Raposo do Amaral, em 20 de Abril de 1896. Um novo alvará, de 28 de Agosto de 1940, estabeleceu a concessão em nome de Maria da Luz Raposo do Amaral de Aguiar, Nicolau Raposo do Amaral, José Jacinto de Bettencourt, Luiza Álvares Cabral, Tereza Pereira da Costa, Maria das Mercês Poças Falcão, Maria de Andrade Gil e Maria Clotilde Raposo do Amaral de Viveiros. (fonte: Blogue da Rua Nove)
"As Lombadas" é nome de uma serrania, toda em socalcos vulcânicos, e de cujo topo - quinhentos metros de altitude - se descortina um espectacular panorama.
                                                
Em 1906 nesse local pitoresco a mais de 5 quilómetros de distância da vila da Ribeira Grande, noite e dia jorravam dezoito mil litros por hora de água das Lombadas. Durante séculos essas águas correram em liberdade, e perderem-se nas ravinas, até que num dia foram descobertas as suas propriedades nos terrenos do então par do reino Raposo do Amaral, e desde logo efectuadas as primeiras experiências.
Em 1908 a água das Lombadas já era explorada pela “Empreza da Água das Lombadas”, que entretanto promove um concurso para promover um poster publicitário. Os três primeiros lugares foram conquistados pelos seguintes trabalhos:
1º lugar: Constantino Fernandes             2º Lugar: Julio Teixeira Bastos          3º Lugar: Maria Kebe Gonçalves
  
                                                         Primitivas instalações da “Lombadas”
                              
Estas águas carbonatadas gasosas, foram utilizadas essencialmente como águas de mesa. A captação registada em 1938 foi de 40.324,11 litros, no ano seguinte de 48.443,8 litros e em 1940 de 52.369,51 litros.
                                                                     Instalações já ampliadas
                                                         
                                                           Engarrafamento da água “Lombadas”
                               
«Quantas canceiras desde que a água é colhida até á partida para Lisboa a bordo dos vapores da Insulana! Do alto das Lombadas, sítio ermo e afastado das povoações vem as grades de garrafas a dorso por um caminho de cabras talhado n'um labyrintho de rochas e precipícios, n'um  percurso de cinco quilometros, até á Ribeira, e de ahi descem em vehiculos pesados para Ponta Delgada, de onde seguem para o deposito da nossa Avenida da Liberdade (...)».
                                                       Transporte da água para a Ribeira Grande
                                
                                                             Depósito e loja em Ponta Delgada
                                                           
                                               Depósito e loja, na Avenida da Liberdade, em Lisboa
                                                           
                                      Reclamo luminoso no Rossio, em Lisboa nos anos 50 do séc. XX
                                       
No início dos anos 90 do século XX, a concessão da sua exploração foi ganha pelo magnata das águas de consumo, Sousa Cintra, mas nunca foi investido sequer um cêntimo (então ainda eram os escudos) de investimento. A sua unidade de produção foi-se degradando rapidamente até que apenas sobraram as paredes e algumas garrafas espalhadas ao acaso. A água regional mais valiosa passa ainda hoje por um edifício que se encontra em ruínas.
                                                                              Anúncio de 1904
                                    
fotos in: Hemeroteca DigitalArquivo Municipal de LisboaBiblioteca de Arte-Fundação Calouste Gulbenkian
A última concessão conhecida vigorou de 1996 a 2007. A fonte tinha, na altura, um caudal de 60 a 80 metros cúbicos por hora o que permitia encher até 2.500 garrafas, sendo que esta água começou a ser explorada no final do século XIX e chegou a ser exportada para Lisboa, Brasil e África. A última tentativa de aproveitar a água das Lombadas foi da Fábrica Melo Abreu e da UNICER, mas a parceria não foi para a frente e o projecto conjunto da nova fábrica ficou na gaveta, o que inviabilizou a construção da nova unidade industrial para engarrafamento de uma água que já foi considerada das melhores águas de mesa do país.
                                                   O que resta das instalações da água das Lombadas
                                     
Desde 1998 que não é feito o engarrafamento da água das Lombadas, pois uma derrocada deixou a nascente inoperacional para a indústria, e a empresa Meyrelles, associada à Vidago do empresário Sousa Cintra, abandonou o projecto. Doze anos depois a água mineral gasosa das Lombadas poderá voltar, em breve, às prateleiras para ser comercializada.
Em 5 de Abril de 2011 foram apenas açorianos os interessados no negócio da exploração da água das Lombadas. Nesta data na secretaria da Economia, em Ponta Delgada, a ‘Melo Abreu S.A’. e a‘Momento Célebres’, do grupo Walter Oliveira da Ponte foram os dois únicos candidatos que entregaram as suas propostas. Embora esteja fora de questão voltar a fazer uma fábrica na zona da nascente, a Secretaria do Ambiente quer saber de que forma o novo concessionário pretende canalizar a “Água das Lombadas” desde a sua captação, para então complementar essa intervenção com a reabilitação do espaço da antiga Fábrica das Lombadas.
Em:http://restosdecoleccao.blogspot.pt - Visitem que vale a pena!
Visit the Azores, Where Nature Lives - Visite os Açores, Onde a Natureza Vive! ©JMLA

SIC - Ir é o melhor remédio

Programa apresentado na SIC por Teresa Conceição e Martim Cabral, em que mostram os encantos dos Açores, neste caso São Jorge.
Apague o Mixpod para ouvir o som e veja em "full screen".  Vale a pena!

Sic - Ir é o melhor remédio - Açores (by Hugo... by hugopatatas

Wednesday, June 20, 2012

Poemas de Miguel Torga


FADO 


Tem cada povo o seu fado
Já talhado
No livro da natureza.
Um destino reservado,
De riqueza
Ou de pobreza,
Consoante o chão lavrado.

E nada pode mudar
A fatal condenação.
No solo que lhe calhar,
A humana vegetação
Tem de viver, vegetar,
A cantar
Ou a chorar
Às grades desta prisão.

                                              No livro da natureza.
                                              Um destino reservado,
                                              De riqueza
                                              Ou de pobreza,
                                              Consoante o chão lavrado.

                                              E nada pode mudar
                                              A fatal condenação.
                                              No solo que lhe calhar,
                                              A humana vegetação
                                              Tem de viver, vegetar,
                                              A cantar
                                             Ou a chorar
                                             Às grades desta prisão.


 Anjos - Almirante Reis dia de nevoeiro
Auguarela de  Meste Real Bordalo

LISBOA

Poema de: Miguel Torga

A luz vinha devagar
Através do firmamento...
Vinha e ficava no ar,
Parada por um momento,
A ver a terra passar
No seu térreo movimento.

                                        Depois caía em toalha
                                        Sobre as dobras da cidade;
                                        Caía sobre a mortalha
                                        De ambições e de poalha,
                                        Quase com brutalidade.

O rio, ao lado, corria
A querer fugir do abraço:
Numa vela que se abria,
E onde um sorriso batia,
O mar já era um regaço.

                                          Mas a luz podia mais,
                                          Voava mais do que a vela;
                                          E o Tejo e os areais
                                          Tingiam-se dos sinais
                                          De uma doença amarela.

Ardia em brasa o Castelo,
Tinha febre o casario;
Cada vez mais nosso e belo,
O profeta do Restelo
Punha as sombras num navio...

                                           Nas casas da Mouraria,
                                           Doirada, a prostituição
                                           Era só melancolia;
                                           Só longínqua nostalgia
                                           De amor e navegação.

Os heróis verdes da História
Tinham tons de humanidade;
No bronze da sua glória
Avivava-se a memória
Do preço da eternidade.

                                           Nas ruas e avenidas,
                                           Enluaradas de espanto,
                                           Penavam, passavam vidas,
                                           Mas espectrais, diluídas
                                           Na cor maciça do encanto.

E a carne das cantarias,
Branca já de seu condão,
Desmaiava em anemias
De marítimas orgias
De um fado de perdição.



Em:  lisboanoguiness.blogs.sapo.pt/ 

Thursday, June 14, 2012

BALEIAS E BALEEIROS / Wales And Whalers

Encontrei estas também no arco da velha / Found these in my treasure chest!
Gravuras de Fátima Madruga e Vitor Boga. Edição de Fátima Madruga. Comprei estas nos Açores em 1991.
These are pen and ink sketches by Fátima Madruga e Vitor Boga. I purchased these in the Azores in 1991.
All works are ©Fatima Madruga - to view additional works, please go to:
Todos os trabalhos tem ©Fatima Madruga - para ver o espólio, favor de visitar:
http://fatimadruga.wix.com/pintura




SYMPOSIUM III - Quincenterary of the Era of Portuguese Discoveries

From my treasure chest / Do meu arco da velha!

A series of lectures and discussions re-examining Portugal's contributions to the Age of Exploration
This symposium, one of a series of three, was presented by the Portuguese Historical Center during the Cabrillo Festival in 1992 and edited by the Comissão Nacional Para As Commemorações Dos Descobrimentos Portugueses.
This was also the second time the Portuguese tall ship Sagres, visited San Diego, and attended the Cabrillo Festival.

Presententations
THE AZORES AND THE DISCOVERY OF AMERICA
José Manuel Garcia

CRISTOFER COLUMBUS AND THE PORTUGUESE
Rebecca Katz

NAVAL ARCHITECTURE AND THE PORTUGUESE
MARITIME EXPANSION
R/Adm. Rogério S. d'Oliveira



TUNA HALL OF PROGRESS - SAN DIEGO

In the 1980's San Diego had a tuna fishing museum, entitled Tuna Hall of Progress. Organized under the auspices of the Portuguese Historical Center and coordinated by the late Captain Anthony (Tony) Mascarenhas, it was located near the 10th Avenue Pier, in the grounds of the then VanCamp Seafoods Co. cannery, where today's Del Monte Foods unloading docks are located, across from Petco Park.
The concept was that of Cpt. Mascarenhas, and it was through his efforts that all of the funding was achieved, through the donations of the cannery, tuna boat owners, tuna boat captains and allied industries.
It truly represented the tuna industries achievements. Unfortunately, due to the times, the Portuguese Historical Center was forced to close and dismantle the museum. Many of the pieces were returned to their original owners, some items are on display at the PHC and yet other items can be seen at the Maritime Museum of San Diego, that now houses an exhibit on the tuna industry, that was coordinated by the PHC.
When visiting the the museum, look for the two large propellers on the street level, originally part of the Tuna Hall of Progress.
As an offshoot of the Tuna Hall of Progress, Captain Mascarrenhas also coordinated the design and founding of the Tunaman's Memorial on Shelter Island, San Diego.
And in Tony's words...
"Lets go on a tuna tour in the tuna capital of the world, San Diego,  California ..."
©JMLA

Click on each brochure photo to enlarge an better read.

                                              Tuna Hall of Progress Brochure

ART AT YOUR FEET: LISBON’S 10 MOST BEAUTIFUL PAVEMENTS ARTE A SEUS PÉS: AS 10 MAIS BELAS CALÇADAS EM LISBOA


From: Lisbon LUX Magazine 
Check out the link to view this beautiful magazine. Its like taking a virtual vacation!
ide ao link para ver esta linda revista. É como fazer umas férias virtuais!
It’s inspired by Roman mosaics, but the traditional Portuguese cobblestone pavement developed in Lisbon during the city’s post-1755-earthquake reconstruction. It all started with Rossio Square’s wave-like patterns and soon spread all over the capital, to other cities in Portugal, to Brazil, Macau and other colonies. Here are ten of the most outstanding examples in Lisbon today.
A inspiração vem dos mosaicos romanos mas a tradicional calçada portuguesa nasceu em Lisboa durante a reconstrução da cidade após o terramoto de 1755. Tudo começou com o padrão ondulado no Rossio e obras semelhantes logo se espalharam por toda a capital, para outras cidades portuguesas, para o Brasil, Macau e outras colónias. Eis dez dos exemplos mais notáveis existentes hoje em Lisboa.
MONUMENTO AO CALCETEIRO

1| RUA DA VITÓRIA

In 2006 Lisbon decided to honor the dedicated craftsmen who’ve paved the city by hand throughout time. A bronze monument with two life-size figures was placed downtown on Rua da Vitória, showing the men at work on a pavement of the ship of St. Vincent accompanied by ravens which are the emblems of the city of Lisbon.
Em 2006 Lisboa decidiu homenagear os calceteiros do passado, do presente e do futuro com um monumento em bronze composto por duas figuras em tamanho real. Foi colocado na Rua da Vitória, mostrando os dois homens a trabalhar na calçada de uma barca de São Vicente acompanhada por corvos, símbolo da cidade de Lisboa.
ROSSIO

2| ROSSIO

This is where it all started, Rossio Square, given the wave patterns in 1849.
Foi aqui que tudo começou, no Rossio, com o padrão de desenho “Mar Largo” em 1849.

3| AVENIDA DA LIBERDADE

It’s on Avenida da Liberdade that we now find the most beautiful examples of this art form, fromRestauradores Square to Marquês de Pombal. Down the avenue are floral motifs and abstract patterns, while by the monument of Marquês de Pombal is an image of a Portuguese caravel.
É na Avenida da Liberdade que se encontram hoje os mais belos exemplos desta arte, desde a Praça dos Restauradores à do Marquês de Pombal. Pela avenida fora vêem-se desenhos florais e abstratos, enquanto junto ao monumento do Marquês de Pombal pode admirar-se uma caravela portuguesa.
MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS | PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS

4| PRAÇA DO IMPÉRIO

By the gardens in front of Jerónimos Monastery (“Praça do Império”) are other notable examples, but it’s the famous mosaic across the street by the Discoveries Monument that draws the most attention. Surrounded by a wave pattern similar to that of Rossio Square is a map of the world showing the routes of the Portuguese explorers.
Nos jardins do Mosteiro dos Jerónimos (Praça do Império) encontram-se outros exemplos notáveis​​ de calçada portuguesa, mas o mosaico junto do Padrão dos Descobrimentos em frente é o que chama mais a atenção. Rodeado de calçada “Mar Largo” semelhante à do Rossio vê-se um mapa do mundo ilustrando as rotas dos navegadores portugueses.
PARQUE DAS NAÇÕES

5| PARQUE DAS NAÇÕES

Although the eastern district of the city is all about the contemporary, it still follows the use of the traditional cobblestone pavements. It has some of the most extraordinary designs, with images of sea monsters by theOceanarium and several maritime motifs down Alameda dos Oceanos.
Apesar da zona oriental da cidade ser simbólica de contemporaneidade, não deixa de seguir as tradições no uso da calçada portuguesa. Aqui encontram-se algumas das obras mais extraordinárias, com imagens de monstros marinhos junto ao Oceanário e diversos motivos marítimos na ala central da Alameda dos Oceanos.
MONUMENTO A PEDRO ALVARES CABRAL, ESTRELA

6| LARGO DE CAMÕES

7| AVENIDA PEDRO ALVARES CABRAL

Lisbon’s role in the Age of Discovery is recalled all over the city, and by the statue of the leading literary figure of the time (poet Luis de Camões) are images related to the sea. The same is seen around the monument to Pedro Alvares Cabral, the discoverer of Brazil, found by the garden of Estrela.
A Lisboa dos Descobrimentos é recordada por toda a cidade, e junto da estátua da principal figura literária da época (o poeta Luis de Camões) encontram-se imagens relacionadas com o mar. O mesmo vê-se à volta do monumento a Pedro Álvares Cabral (descobridor do Brasil), situado no exterior do Jardim da Estrela.

8| CAIS DO SODRÉ

9| LARGO DO CHIADO

10| PRAÇA DO MUNICÍPIO

Usually it’s the images that stand out on the pavements, but most of the city squares present pattern designs.Cais do Sodré (Praça Duque de Terceira) is an exceptional example for the dominant use of dark stone, contrary to what is found throughout much of the city, such as in Largo do Chiado and Municipal Square.
Geralmente são as imagens que mais se destacam no pavimento, mas a maioria das calçadas nas praças da cidade apresentam desenhos em vários padrões. A do Cais do Sodré (Praça Duque de Terceira) destaca-se pelo uso dominante da pedra escura, ao contrário do que acontece na maioria dos casos, como no Largo do Chiado e na Praça do Município.
LARGO DO CHIADO
                                                                                                          PRAÇA DO MUNICÍPIO